Cruzamentos excessivos podem gerar problemas de saúde aos cães

Nas mais de 340 raças de cães que existem no mundo, o que não faltam são diferentes tipos de porte, aparência, pelagem, cores, entre outras características. Nesse universo, algumas heranças genéticas podem trazer complicações para os cachorros. Esse é o caso do buldogue, que está entre as raças que mais correm risco de morrer de doenças respiratórias.

E não é só o buldogue que está sujeito a isso. Segundo o jornal Folha de São Paulo, o problema é decorrente da manutenção do pedigree dos animais. Isso ocorre, principalmente, devido ao fato de os criadores determinarem os padrões da raça, visando apenas a aparência do bicho. O cruzamento de animais muito semelhantes também contribui para a disseminação de doenças recessivas.

A constatação é de um estudo publicado neste ano na revista científica Journal of Veterinary Internal Medicine. O assunto é tão sério que, segundo o periódico New York Times, os criadores estão analisando a possibilidade de modificar os padrões de pedigree em pró da qualidade de vida dos cães.

No caso do buldogue, assim como pug e boxer, raças que tem focinho curto, complicações respiratórias tendem a se agravar, uma vez que a aparência de cara achatada é continuada pela seleção artificial dos criadores.

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